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Autor: Manuel Ramalho Data de Publicação: 06Jul2007 04:40:00 Comentários: 0 Ler na origem: http://www.goddess.pt/
Alimentando a mente e cuidando do corpo
![]() A alimentação pode estar relacionada não só às necessidades fisiológicas do organismo, mas também refletir o nosso estado emocional. A compulsão alimentar é um exemplo vivo disso, onde podemos observar, em muitos casos,
uma obsessão pela comida como forma de compensação.Naturalmente, quando estamos deprimidos ou ansiosos acabamos por modificar nossa rotina de vida, mudando também nossos hábitos alimentares. Algumas pessoas tendem a virar o nariz para um belo prato de comida, mas a grande maioria acaba
comendo mais do que o habitual, como se não conseguisse controlar o ímpeto da gulodice desenfreada. ![]() Nesse caso, a alimentação perde o seu status de suprimento das necessidades orgânicas,
virando uma válvula de escape e criando um círculo vicioso. Quanto mais se come, mais se sente fome. E quanto mais se come, mais se engorda.
E quanto mais se engorda, mais se incorpora sentimentos negativos, como baixa auto-estima, fracasso e rejeição. ![]() É difícil acreditar que uma pessoa, depois de fazer uma refeição adequada, ainda sinta fome.
Mas, se isso está acontecendo é porque precisa rever a forma de lidar com seus sentimentos e emoções, canalizando-os para o lugar certo e não para o prato de comida. Buscar atividades novas, como pintura, música, jardinagem e poesia podem ser muito úteis e produtivas,
pois além de ocuparem o tempo e a mente, acabam aguçando a sensibilidade e criando um contato maior com o mundo interior. Cuidar da mente alimenta o corpo todo. E não engorda. Por Laura Régent
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