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Autor: Xavier Silva         Data de Publicação: 23Mai2018 19:40:38         Comentários: 0        Ler na origem: http://acordem.com/
Menino emblemático na capa do álbum dos U2 critica a banda por apoiar o aborto na Irlanda

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Quando criança, apareceu na capa do álbum de estréia dos U2, "Boy" e no seu álbum revelação de 1983, "War". Agora, o fotógrafo Peter Rowen, de 44 anos, está a pronunciar-se contra o recente apoio dos U2 ao aborto legalizado. Em 1 de maio, a banda irlandesa twittou o seu apoio à revogação da Oitava Emenda pró-vida da Irlanda e à legalização do aborto sob demanda em toda a Ilha Esmeralda.

Rowen postou na sua página no Facebook em 15 de Maio: "Horrorizado por ver os U2 usarem a sua voz para promover algo tão obviamente errado! Que vergonha!. Provérbios 6 vs 16 -19 # savethe8th."

No dia 25 de maio o povo irlandês irá votar sobre a revogação de sua emenda constitucional pró-vida que garante aos humanos pré-nascidos o direito à vida.

Rowen escreveu ainda: "A oitava emenda é a única proteção legal que os não nascidos têm atualmente na constituição irlandesa. Removê-la (que é o que está sendo proposto) abrirá literalmente o caminho para o aborto sob demanda. Os casos mais difíceis, os casos mais complexos e complicados estão a ser usados para convencer o povo irlandês neste referendo. A realidade é que, se o aborto for legalizado na Irlanda, a maioria das crianças que morrem serão bebés saudáveis abortados por mães saudáveis."

"É muito triste ver essa banda (que uma vez professou uma forte fé cristã) chegar a esse ponto."

"War" foi o terceiro álbum de estúdio dos U2 lançado em 1983 e marca a entrada no mercado dos Estados Unidos, alcançando o 12º lugar na tabela de álbuns da Billboard. Rowen parecia inocente na capa de "Boy", de 1980, mas tinha um olhar mais duro na capa de "War", que, não surpreendentemente, dado o título, cobriu temas como violência na Irlanda do Norte, Guerra Fria, armas atómicas e refugiados.

Muitas das músicas contêm simbolismos cristãos, incluindo "Sunday Bloody Sunday", que menciona "a vitória que Jesus ganhou". Enquanto a música é sobre o sangrento conflito na Irlanda do Norte na época, pessoas pró-vida podem-se inspirar no seu apelo para evitar a violência.

Outra música, "Drowning Man", retrata o amor de Deus alcançando os desesperados, e cita Isaías, outro tema que poderia se aplicar aos nascituros que estão a morrer e talvez literalmente, a afogar-se no útero.

Os U2 e Bono, vocalista do grupo, em particular, têm sido defensores dos pobres e dos oprimidos, incluindo as vítimas da SIDA na África. Dado esse legado, é irónico que eles voltem as costas para o não-nascido.

Como escreve Rowen, "Dizem-nos que se trata de uma questão de direitos humanos. Desde quando os humanos têm o direito de acabar com a vida de outra pessoa?"

22 de maio de 2018

https://www.lifesitenews.com/news/boy-from-u2s-war-album-slams-band-for-supporting-repeal-of-irelands-pro-lif?utm_source=LifeSiteNews.com&utm_campaign=1198a3fa6d-Daily%2520Headlines%2520-%2520World&utm_medium=email&utm_term=0_12387f0e3e-1198a3fa6d-402354785







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