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Autor: Diana Balis         Data de Publicação: 22Jan2018 07:31:00         Comentários: 0        Ler na origem: http://poesiarevista.blogtok.com/
Desamando Co-var-dia , Asueki Kuvuidi

paulojorge.pngDesamando Co-var-dia 


talvez o amor seja completo para metade que somos,
e sem medo de magoar e trair deixamos passar o verdadeiro amor por amor ao nosso ego!! 
talvez seja por isso que o homem não chora!

...Mentimos sem receio de perder e perdemos sem medo de recear a não ter nunca mais o que perdemos...
talvez seja por isso que o homem não chora

...Mas hoje quero ser como criança me despir do homem que sou para chorar por perder o amor verdadeiro,
Gritar  sem medo de ser questionado,
por homens que não choram com medo de sentirem-se homens normais que choram por perderem o que mais gostam... talvez seja por isso que o homem não chora

...Porque têm medo de sentirem o que têm causado aos olhos de quem incondicionalmente diz ama-los se calhar seja por isso que o homem não chora...

...Mas já não me importa vou vestir a dor que tenho causado para perceber as lágrimas constante que já fiz deitar em rostos virgens de sicatrizes,talvez seja por isso que o homem não chora...
...Por assumir o nosso egoismo baseado no prazer de sermos escravos do nosso desejos doentio!!!
Vou me curar disso e aceitar o fim sem receio de admitir o erro

Leia essa carta pra mim foi a última que recebi como teu namorado,
Meu amor já não está abordo pois o meu sentimento perdeu seu porto,
já não há beijo que desperta o meu querer adurmecido,
adeus está na hora de me desfazer das suas lembranças e enterrar o passado

Desculpa-me por tudo agora mesmo estou indo para bem longe de tudo,

levo apenas comigo uma caneta para escrever sobre nós para dar a conhecer ao mundo,
 ainda tenho tatuado nas costas e nos ouvidos o som dos seus gritos...

Seu passado ainda uma parte que vive em mim se refugiando,

Espero apaixonar-me e viver como sempre o latejar do meu desejo almeja tanto, 
esta é a última poesia de amor que escrevo-te leia com atenção a cada palavra descreve-te meigamente deicho-a guardada numa garrafa e jogo-na ao mar para provar-te que levar-te-ia para aonde quer que fosse o meu destino pois eu amava-te além fronteira!!!

Autor; Asueki Kuvuidi
Foto do Poeta na Rádio http://radiokwanzario.com.br/
 
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