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Autor: Xavier Silva         Data de Publicação: 13Nov2017 19:40:02         Comentários: 0        Ler na origem: http://acordem.com/
Trump salvou muitos países dos males do Acordo Climático de Paris globalista

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No dia 1 de junho, o Presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos iam retirar-se do Acordo Climático de Paris. Com essa ação, Trump pôs um travão à tirania globalista das alterações climáticas, que ameaça destruir a independência, as economias, as culturas e as liberdades de muitos países. Fê-lo apesar de 195 países já terem assinado o Acordo e o Secretário de Estado Rex Tillerson, a sua filha Ivanka e muitas outras pessoas o pressionarem para não sair do Acordo. Em vez disso, o Presidente fez o que achava que estava certo para o bem dos Estados Unidos e do mundo.

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Esta é a parte 3 de uma série de artigos sobre o Presidente Trump.

Parte 1 - EUA em perigo devido a reações esquerdistas extremas e fora de controlo à presidência de Trump
Parte 2 - Mais 26 razões para estarmos gratos ao Presidente Trump
Parte 4 - As provas: Trump falha nas questões dos homossexuais/transexuais/liberdades religiosas
Parte 5 -  Eis o motivo porque Trump está a ceder ao "casamento" dos homossexuais e aos "direitos" dos transexuais

No dia 1 de junho, o Presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos iam retirar-se do Acordo Climático de Paris. Com essa ação, Trump pôs um travão à tirania globalista das alterações climáticas, que ameaça destruir a independência, as economias, as culturas e as liberdades de muitos países. Fê-lo apesar de 195 países já terem assinado o Acordo e o Secretário de Estado Rex Tillerson, a sua filha Ivanka e muitas outras pessoas o pressionarem para não sair do Acordo. Em vez disso, o Presidente fez o que achava que estava certo para o bem dos Estados Unidos e do mundo.

O mundo inteiro tem uma dívida de gratidão para com o Presidente pela sua decisão corajosa e à qual ele se agarrou mais tarde, sozinho, contra as críticas e a intensa pressão pessoal de todos os líderes mundiais, na reunião do G20 realizada a 7 e 8 de julho em Hamburgo, na Alemanha. (Vídeo abaixo - as declarações de Trump sobre a saída do Acordo de Paris começam aos 6 minutos.)




O compromisso anterior do Presidente Obama para com o Acordo por decreto era ilegal e não vinculativo para os Estados Unidos. A saída de Trump minou efetivamente o nefasto Acordo ao qual fora dada uma falsa credibilidade pelos respetivos promotores, os quais fizeram referência a dados científicos que mais tarde se veio a saber por denunciantes que tinham sido deliberadamente manipulados para as negociações de Paris.

Além das revelações dos denunciantes, um estudo revisto por especialistas, de junho de 2017, veio também confirmar que os dados mais recentes sobre o aquecimento global foram “fabricados por cientistas do clima para os tornar mais assustadores”. Esse estudo foi produzido por dois cientistas e um veterano de estatística e foi anteriormente subscrito por seis outros importantes cientistas e um economista sénior.

Zerohedge revelou que o “relatório bombástico que analisou os dados sobre a temperatura média global à superfície (GAST) produzidos pela NASA, a NOAA e HADLEY prova que o Presidente tinha razão ao recusar” participar no Acordo de Paris. Zerohedge cita o resumo do relatório:

    Os resultados conclusivos desta investigação são que os três conjuntos de dados sobre a GAST não constituem uma representação válida da realidade. De facto, a magnitude dos seus ajustes de dados históricos, que removeram os padrões de temperatura cíclicos, torna-os totalmente inconsistentes com os dados sobre a temperatura dos EUA e com outros dados publicados e credíveis.

"Resumindo: As provas foram falsificadas", escreve Zerohedge. Em seguida, citam o empresário e bloguista Karl Denninger, que escreveu:

    É, portanto, claro que os dados foram intencionalmente manipulados.

    Uma vez que isto constituiu a base para os planos para roubar, literalmente, biliões de dólares e já resultou na extração forçada de centenas de milhares de milhões no seu conjunto aos motoristas e à indústria, isto constitui claramente a maior fraude económica jamais perpetrada no mundo.

A acrescentar à montanha crescente de provas contra os charlatães das alterações climáticas, a Breitbart News relatou recentemente outro extenso artigo do distinto professor de ciências atmosféricas do MIT, Richard Lindzen. No artigo, Lindzen afirma que acreditar em muitas das alegações alarmistas sobre o clima...

    ...é quase como acreditar em magia. Em vez disso, dizem-nos que é acreditar em "ciência". Uma alegação deste tipo devia ser um aviso de que falta alguma coisa. Afinal, a ciência é um modo de inquirição e não uma estrutura de crenças.

Independentemente de um volume tão grande de provas irrefutáveis, o Presidente Trump foi criticado e isolado na reunião do G20. Segundo relatou o Independent:

    Os EUA estiveram totalmente sós quanto à questão das alterações climáticas, sendo que os outros 19 membros concordaram em avançar com o Acordo de Paris para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e os EUA recusaram. A posição dos EUA foi anotada no comunicado oficial emitido após a conclusão da reunião.

    “Sempre que não se consiga chegar a um consenso, o desacordo tem de ser manifestado de forma clara”, disse Angela Merkel, a anfitriã alemã, não escondendo o seu desapontamento. “Infelizmente, e lamento, os Estados Unidos da América abandonaram o acordo climático.”

    “As duas principais questões para a reunião eram o comércio e as alterações climáticas. Foi reconhecido que os EUA não iriam mudar de posição”, disse Thomas Bernes, do Centre for International Governance de Ontário e antigo funcionário do FMI, ao Independent, falando de Hamburgo.

    “[Os países] não vão contar com os EUA para a liderança - vão contar com Trudeau, Macron e Merkel.”


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Trump fotografado a usar apenas o pin com a bandeira americana, enquanto todos os outros
líderes do G20 usaram obedientemente o pin do G20 que lhes disseram para usar
para as fotografias de grupo.


O Presidente Trump não pareceu ser dissuadido pelas tentativas para o isolar e mostrou frontalmente a sua determinação para, acima de tudo, agir nos melhores interesses dos Estados Unidos ao ser o único líder a não usar o pin oficial do G20 nas fotografias de grupo dos líderes do G20 e, em vez disso, usar apenas um pin com a bandeira americana.

O movimento das alterações climáticas é um assalto à civilização cristã

A oposição ao movimento das alterações climáticas, que o Cardeal George Pell viu astutamente como sintomático de um vazio pagão, significa também a resistência a um assalto internacional à civilização cristã. Cada vez mais pessoas veem as coisas desta maneira, independentemente do apoio agressivo ao movimento das alterações climáticas e à governança mundial por parte do Papa Francisco, dos seus muitos amigos globalistas estreitamente associados a George Soros, como Jeffrey Sachs e Ban Ki Moon, e de muitos clérigos progressistas de alto nível na Igreja Católica institucional.


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A socialista Emma Bonino, elogiada por Francisco, a receber o prémio Pursuit of Peace 2015
de um dos principais inimigos da vida, da família e da fé do mundo - George Soros.


A militância e a raiva do regime de Francisco e de numerosos outros ideólogos das alterações climáticas aumentaram drasticamente desde que Trump anunciou que os EUA iam abandonar o Acordo de Paris – o qual, legalmente, nunca celebraram em primeiro lugar. A raiva dos oponentes de Trump é difícil de entender considerando que a Organização Mundial de Saúde declarou num relatório recente que os Estados Unidos estavam entre os países menos poluidores do planeta.

Pete Baklinski, do LifeSite, relatou a 13 de julho, uma semana depois das tentativas falhadas do G20 para fazer Trump aderir à causa das alterações climáticas, um artigo explosivo da Civiltà Cattolica, que teria sido revisto pelo Vaticano antes da publicação. O artigo foi escrito, como relata Rorate Caeli, por “dois dos confidentes mais próximos do próprio Papa, Fr. Antonio Spadaro SJ (o editor) e o pastor presbiteriano argentino Marcelo Figueroa (escandalosamente, o editor da edição em língua espanhola do jornal do Vaticano, L'Oservatore Romano)”.

Baklinski revela que o artigo retrata os católicos conservadores nos Estados Unidos como tendo “formado um 'ecumenismo de ódio' com protestantes evangélicos no seu apoio unido ao Presidente Trump e às suas políticas”. E, a 14 de julho, o LifeSite relatou que o Papa Francisco, noutra entrevista com Eugenio Scalfari no La Repubblica, foi ao ponto de comparar os Estados Unidos com a Coreia do Norte, sugerindo que ambos fazem parte de alianças com uma "visão distorcida do mundo".

Assim, agora também temos o Papa Francisco e o Vaticano, através da Civiltà Cattolica e do La Repubblica, a indicar que se juntam aos líderes do G20, à ONU, aos Democratas e à extrema esquerda na sua guerra contra a administração Trump. E claro que também se trata de uma guerra contra os milhões de católicos fieis e outros cristãos que têm vindo a apoiar e a aconselhar o Presidente e a rezar pela continuação da sua conversão e da sua segurança física.

Não tenho qualquer dúvida que o artigo da Civiltà Cattolica foi especialmente inflamado pela espantosa saída do Presidente do Acordo Climático de Paris - uma das prioridades máximas do Papa Francisco e dos seus muitos amigos globalistas. O Papa foi mesmo ao ponto de declarar supostas alterações climáticas causadas pelo homem (e por implicação, oposição aos esforços no combate às alterações climáticas) como sendo um “pecado” ambiental.


As alterações climáticas são o maior esquema de sempre para implementar a Nova Ordem Mundial

Existem muitas provas de que o movimento das alterações climáticas é o esquema mais recente e maior de sempre das elites globalistas para impor uma Nova Ordem Mundial secularista, anti-vida e anti-família com governança mundial e remoção de todas as fronteiras nacionais. Em última análise, destruiria a maioria dos direitos e liberdades tradicionais e a soberania de países individuais que foram conquistados com grande custo no passado.

É provável que a maioria dos 195 países que assinaram o Acordo de Paris tenham sido intimidados e chantageados para desistirem efetivamente da sua soberania nacional e dos seus preciosos princípios culturais em resultado de ameaças económicas e de outras ameaças das Nações Unidas, do Presidente Obama e de outros países desenvolvidos ricos.

Por agora Trump já salvou muitos países dos males que a implementação a longo prazo do Acordo teria causado.


Despovoamento mundial é um objetivo importante da agenda das alterações climáticas


Um dos principais objetivos dos líderes do movimento das alterações climáticas é um eventual programa de despovoamento mundial maciço, como foi dado a entender pela responsável das Nações Unidas para o clima, Christiana Figueres, numa entrevista em 2015.

Al Gore também já afirmou repetidamente que a diminuição da população é necessária. O Professor Hans Joachim Schellnhuber, nomeado membro da Academia Pontifícia das Ciências pelo Papa Francisco, receia que Trump seja "desastroso" para a agenda do clima. É também um defensor acérrimo do despovoamento mundial e afirma sem pruridos que a “estimativa científica para a capacidade de carga do planeta é inferior a mil milhões de pessoas”.

Travis Rieder da Universidade Johns Hopkins advertiu que as pessoas têm de parar de ter tantos filhos se quiserem evitar “alterações climáticas catastróficas”. O pai de todo o movimento ecológico/aquecimento global/alterações climáticas, Maurice Strong, organizou a primeira conferência da ONU sobre o ambiente em Estocolmo em 1972. No seu discurso inaugural, deu a entender a necessidade de “políticas demográficas nacionais”.

Imediatamente antes de comparecer como convidado na recente conferência do Vaticano sobre Extinção Biológica, o apoiante do movimento das alterações climáticas e extremista do despovoamento Paul Ehrlich afirmou que uma redução de 6 mil milhões da população mundial “teria um efeito pró-vida em termos gerais”.

Hoje, o LifeSite relata um novo estudo publicado na Environmental Research Letters defendendo que os “governos e as escolas deviam estar a ensinar aos miúdos a terem menos filhos para reduzir as alterações climáticas”.

Lianne Laurence escreve: “Steven Mosher, presidente do Population Research Institute sediado na Virgínia, atacou a sugestão como 'ridícula' e 'perigosa', e o estudo como 'extremismo climático disfarçado de ciência'."

Podia continuar a citar mais afirmações de líderes da agenda das alterações climáticas defendendo que a população do mundo tem de ser drasticamente reduzida.


Um movimento necessariamente totalitário

Para fazer o que estas pessoas dizem que precisa de ser feito, teriam de ser impostas aos países medidas totalitárias drásticas e um governo mundial. Um elevado número de pessoas teriam de ser esterilizadas à força e/ou em segredo, conceber um filho necessitaria de uma licença especial, a religião teria de ser neutralizada e as culturas pró-família destruídas. A eutanásia teria de ser aumentada para níveis inimagináveis nesta altura. Teriam de ser arranjadas guerras com um elevado número de vítimas. Não há outra forma de conseguir fazer uma tal redução mundial da população.

Os ideólogos das alterações climáticas/despovoamento mundial são um perigo para toda a gente uma vez que não têm consideração pela dignidade e valor inerentes a todas as vidas humanas e não têm consideração pelos direitos humanos naturais concedidos por Deus e pelas liberdades que foram conquistadas através de séculos de grandes lutas. Em última análise, não acreditam em Deus. Para eles, o homem é deus, ou melhor, os homens e mulheres da elite escolhida são deuses.

Uma mudança forçada de toda a economia mundial é outro objetivo das elites das alterações climáticas. A responsável das Nações Unidas para o clima, Christiana Figueras, admitiu também que o objetivo dos ativistas ambientalistas não é salvar o mundo da calamidade ecológica mas destruir o capitalismo – e provocar a redistribuição forçada da riqueza dos países bem sucedidos aos países mais pobres. Não vos parece que já ouviram falar disto? Alguma vez teve êxito?

Considerando tudo o que acima foi dito, não espanta que as elites por trás deste movimento estejam a começar a defender seriamente sanções penais para os céticos sobre as alterações climáticas, para além das já numerosas carreiras destruídas de cientistas e outros profissionais que ousaram desafiar o falso “consenso”. É isto que os socialistas fazem e sempre fizeram quando enfrentam resistência aos seus esquemas loucos.

O Public Discourse relatou um esforço deste tipo num artigo de 15 de outubro:

    Numa carta notável ao Presidente Obama, vinte cientistas do clima pediram uma investigação ao abrigo da RICO (Lei relativa às organizações influenciadas pela extorsão e pela corrupção) às “empresas e outras organizações que enganaram conscientemente o povo americano sobre os riscos das alterações climáticas”. Apoiam a sua posição afirmando que “uma esmagadora maioria de cientistas do clima estão convencidos sobre os efeitos adversos potencialmente graves das alterações climáticas induzidas pelo homem na saúde humana, na agricultura e na biodiversidade.

A American Thinker relata algumas das piores previsões dos "charlatães" do excesso de população/alterações climáticas causadas pelo homem:

    Por ocasião do primeiro Dia da Terra em 1970, o biólogo George Wald, de Harvard, garantiu-nos que a civilização acabaria "dentro de 15 ou 30 anos". O antigo conselheiro científico de Obama, John Holdren, escreveu num livro sobre ecologia global em 1971 que mil milhões morreriam devido a situações de fome até 2020 devido a uma "nova idade do gelo". O Senador Gaylord Nelson previu em 1970 que, dentro de 25 anos, entre 75% e 80% de todos os animais estariam extintos. O especialista em população e autor do bestseller "A Bomba Populacional", Paul Ehrlich, afirmou que até ao ano 2000 a Inglaterra deixaria de existir. O Clube de Roma afirmou em 1972 que o mundo ficaria sem petróleo até 2003. Em vez disso, as reservas (em 2016) foram estimadas em 1707 mil milhões de barris, as mais elevadas de sempre.

Todos nós temos uma grande dívida de gratidão para com o Presidente Trump. Devemos rezar constantemente por ele e pela sua administração, bem como apoiar e incentivar os esforços para garantir que este movimento diabólico das alterações climáticas seja terminado. Devemos rezar para que Trump continue a resistir aos alarmistas do clima que põem em perigo a maior parte daquilo em que ele e nós mais acreditamos.

O Presidente Trump e os Estados Unidos irão continuar a estar sujeitos a uma enorme pressão para aderirem. E haverá ameaças aos Estados Unidos e, possivelmente, ameaças pessoais a Trump e aos que o rodeiam. A oração deverá ser a nossa prioridade máxima contra essas forças poderosas - para proteger o Presidente e os seus principais líderes e para maior crescimento pessoal, sabedoria e compreensão do Presidente e dos que o rodeiam.

Ao mesmo tempo, devemos apoiar todas as medidas legítimas e éticas que respeitam o ser humano para manter e apoiar um ambiente saudável sem poluição para que todos possam usufruir e beneficiar das maravilhosas dádivas da natureza de Deus. Os conservadores nunca foram contra isso e têm inclinação para serem os verdadeiros líderes no que diz respeito a apreciar e proteger as dádivas da natureza.


A parte 4 não será tão positiva sobre a administração Trump

A parte 4 desta série não será assim tão positiva sobre a administração Trump. Dirá respeito à resposta do Presidente às questões dos homossexuais, dos transexuais e das liberdades religiosas. O Presidente não está a cumprir as suas promessas sobre estas questões e não está a perceber os danos severos que estão a ser causados à família e à cultura e instituições americanas devido ao que se está a permitir que aconteça relativamente a estas questões. Promover a comunidade LGBT, etc. e suprimir as crenças religiosas tradicionais sobre moralidade sexual também faz parte da restruturação forçada da sociedade da Nova Ordem Mundial e é um perigo para a liberdade e a boa ordem.

17 de julho de 2017 (LifeSiteNews)

https://www.lifesitenews.com/blogs/trump-has-saved-entire-world-from-devastations-of-globalist-paris-climate-a








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