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Autor: Data de Publicação: 31Dez2013 08:17:25 Comentários: 0 Ler na origem: http://dianabalis.blogtok.com/
Um dia como outro qualquer
Certamente não o é. Nem dia de rasgar, limpar, repensar e agir Sim, pode ser. Ano Novo, 2014, agita-se. Mares e à maré, ambos nem "estão assim para o peixe". Penso que em dia como este, em que os problemas nunca acabam, eu preciso descansar... Por todos os lados, em cada canto do Mundo, vemos os problemas e precisamos de soluções. Ontem fui solidária e desesperadamente solitária com as questões de meu prédio que dura por 50 anos, sim, faltava água. Em pleno fim de ano, dia 30 festivo, nós subimos no telhado com a chuva e relâmpagos, e olhamos as bombas d´águas, verificamos as caixas d´água, foi quando repensei à vida, debaixo de um guarda-chuva colorido. Precisamos sempre cuidar da casa. Do corpo e da alma. Trataremos de rever os conceitos e democratizar com eficiência. Não queremos mais ditaduras no Mundo de hoje. Desejo pouco, muito pouco,mas pretendo realizar muito. Atitudes do bem, Fora com o desperdício e a ganância, Fora corrupção de políticos e interesses de cobiça no que é do outro. Será que nesse Mundo em 2014, tudo vai ser diferente? Assim como os problemas de um prédio, tudo depende de manutenção, saberemos onde ir e como mudaremos as coisas. Eu desejo sinceramente, conscientização do outro, diálogo e muita disponibilidade de mudarmos a nós mesmos em atitudes de esperança, chega com a falta de respeito e atenção ao outro. Para vivermos melhor a vida, necessitamos rever os conceitos mundiais e situacionais, criaremos melhores soluções aos problemas atuais, Tento entender um prédio, minha família, e como vai à vida do vizinho, E respeito as nossas diferenças. Vou buscar ser mais solidária sempre. Pode ser que amanhã, tudo mude ou os problemas diminuam Mas hoje, o que pretendo, são boas soluções ao meu alcance. Viveremos em harmonia E que a companhia na porta toque, para desejarmos um Feliz Ano Novo para todos os vizinhos . Feliz 2014, Paz, Saúde e Prosperidade, sem jamais perdermos a esperança e a solidariedade. Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2014. Diana Balis.
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