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Autor: xtk.Team         Data de Publicação: 21Mai2010 11:40:42         Comentários: 0        Ler na origem: http://koisas.blogtok.com/
Painel do NIH insiste disparatadamente que a doença de Alzheimer não pode ser evitada (estarão dementes?)

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Um painel independente de supostos especialistas reuniu-se recentemente no National Institutes of Health (NIH), próximo de Washington, D.C., para debater se a doença de Alzheimer pode ou não ser evitada através de alterações ao nível da dieta e do estilo de vida. Após avaliação de um pequeno número de estudos sobre este assunto, o painel basicamente concluiu que não há nenhuma maneira de evitar a doença de Alzheimer.

Ou foi isso ou esqueceram-se todos de trazer as suas notas científicas e não conseguiram lembrar-se do que dizer e, portanto, passaram automaticamente para o seu mantra tradicional "Não está provado" e terminaram a conferência antecipadamente.

Curiosamente, todos os estudos em questão pareciam demonstrar que factores como tomar óleo de peixe ou fazer palavras cruzadas podem ajudar a evitar a doença de Alzheimer, mas o painel de doutores e doutorados decidiu que todas estas provas simplesmente não contavam. Quando se trabalha para o NIH, é muito importante filtrar toda a evidência científica que não está de acordo com as nossas conclusões pré-determinadas.

Segundo a Dra. Martha Daviglus, presidente do painel e professora de Medicina Preventiva da Northwestern University, não existe nenhuma relação de causa e efeito entre a doença de Alzheimer e as opções de dieta, exercício ou estilo de vida. Oiçam a sua lógica disparatada:

"Estas associações são exemplos do dilema clássico do ovo e da galinha. As pessoas conseguem manter-se mentalmente capazes à medida que o tempo passa porque estão fisicamente activas e socialmente envolvidas ou é simplesmente mais provável que se mantenham fisicamente activas e socialmente envolvidas porque estão mentalmente capazes?", perguntou ela.

Lógica disparatada
Mesmo aplicada a um estudo real, a hipótese da Dra. Daviglus não faz sentido. Um estudo recente concluiu que a dieta mediterrânica ajuda a reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

Mas, para invocar a lógica da Dra. Daviglus, será que comer uma dieta mediterrânica reduz efectivamente o risco da doença de Alzheimer ou será que o facto de já terem um risco mais baixo da doença de Alzheimer faz com que as pessoas comam dietas mediterrânicas?

Por muito ridículo que soe, esta maneira de pensar tortuosa (lógica disparatada) passa por ciência legítima no mundo bizarro da medicina moderna, que parece fazer tudo o que está ao seu alcance para insistir que a dieta e o estilo de vida não têm nenhum efeito na saúde. Mesmo quando os estudos continuam a mostrar ligações entre aquilo que comemos e a saúde que temos, nunca é suficiente para os "especialistas" da medicina da torre de marfim que insistem que "é necessária mais investigação".

E, contudo, estes mesmos "especialistas" contradizem-se totalmente a si próprios quando se apressam a defender contaminantes químicos como o fluoreto, o alumínio e os nitratos, que contribuem, todos eles, para a deterioração cerebral. Insistem que não existe nenhuma relação de causa e efeito comprovada entre estas toxinas e a doença neurológica e que, portanto, são seguras.

Por outras palavras, pressupõe-se que os produtos químicos são seguros até se provar que são perigosos, ao passo que os nutrientes e as opções de estilo de vida saudável são considerados inúteis até se provar que são eficazes.

Percebem o que é que está errado com esta ideia?

A verdade é que há muitas maneiras de evitar a doença de Alzheimer e cada uma delas envolve aquilo que introduzimos no nosso corpo e a forma como tomamos conta dele. A medicina dominante simplesmente não quer admitir que os doentes tenham controlo sobre a sua própria saúde.

Toxinas ambientais que contribuem para a doença de Alzheimer
Para evitar a doença de Alzheimer, é importante identificar primeiro os factores que a causam. As toxinas que se encontram nos bens de consumo, nos alimentos processados, nos pesticidas, nos adubos, na água da torneira e até mesmo no próprio ar contribuem todas para o declínio cognitivo que pode, eventualmente, conduzir à doença de Alzheimer. (A propósito, a medicina dominante não admite nada disto. De algum modo acredita que todos os produtos químicos são bons para nós.)

De acordo com um estudo de 2009 publicado no Journal of Alzheimer's Disease, a exposição generalizada às nitrosaminas, nitratos e nitritos nos alimentos processados e no ambiente está relacionada com doenças degenerativas como a doença de Alzheimer. Estes produtos químicos são vulgarmente utilizados nas fábricas de alimentos e nas explorações agrícolas em grande escala.

O alumínio adicionado à maioria dos desodorizantes antitranspirantes, bicarbonatos de sódio, pastas de dentes e outros produtos de cuidados pessoais convencionais atravessa a barreira hemato-encefálica e aloja-se no cérebro, onde pode levar à demência. Muitas pessoas com doença de Alzheimer revelam uma acumulação mensurável de alumínio no tecido cerebral.

(Oh! Mas será que a acumulação de alumínio no cérebro causa efectivamente a doença de Alzheimer ou será que já ter a doença de Alzheimer causa a acumulação de alumínio? Esta é a pergunta que possivelmente nos ocorre se nos fiarmos na lógica retrógrada dos cientistas dominantes...)

Um estudo de 1998 concluiu que o fluoreto de sódio, um subproduto tóxico das indústrias dos adubos e do fabrico de alumínio vulgarmente adicionado à água para consumo humano, tem também um efeito sinérgico com o alumínio que o torna ainda mais perigoso. Beber directamente das latas de alumínio e engolir água da torneira são a receita para acelerar a doença de Alzheimer.

Em resposta a esta questão, o National Institute of Environmental Health Sciences acabou por solicitar um estudo sobre o alumínio, em Dezembro de 2000. Esse estudo foi publicado no Registo Federal desse ano.

Os nitratos, o alumínio e o fluoreto são apenas alguns dos muitos contaminantes químicos que contribuem para a doença de Alzheimer e a maioria dos consumidores americanos está exposta a todos eles diariamente.

Cinco maneiras de nos protegermos da doença de Alzheimer
1) Evitar alimentos processados
Pode parecer óbvio mas, além dos nitratos, muitos alimentos processados estão carregados de neurotoxinas, como o glutamato de sódio e o aspartame, que podem estar associadas à doença de Alzheimer. Os alimentos processados contêm também toxinas, como as gorduras trans e o açúcar refinado, que comprometem a saúde. Dê preferência aos alimentos biológicos integrais e o risco de desenvolver a doença de Alzheimer será significativamente reduzido.

2) Instalar um filtro de água em casa
A maioria das redes de água canalizada municipais são tratadas com cloro, fluoreto e outros produtos químicos que afectam a saúde. Estes produtos químicos são facilmente absorvidos pela pele quando tomamos duche ou bebemos água da torneira não filtrada. (Mas há alguém que ainda faça isso?) Um sistema de filtração de carvão activado para toda a casa remove a maioria ou a totalidade destas toxinas da água da torneira.

3) Desintoxicar regularmente
Nunca é de mais realçar a importância de ingerir alimentos e suplementos que ajudem o organismo a remover os produtos químicos e os metais pesados. Os coentros, a chlorella e a spirulina são algumas das principais opções que podem ajudar o organismo a eliminar metais pesados como o alumínio e o mercúrio - ambos fortemente associados à doença de Alzheimer.

4) Fazer exercício regularmente
Por exercício, refiro-me tanto ao exercício físico como mental. O exercício físico contribui directamente para o aumento da função cerebral uma vez que reforça as ligações neurais do cérebro, o que, por sua vez, melhora a memória e a capacidade de aprendizagem. Os exercícios mentais, como por exemplo fazer palavras cruzadas, também ajudam a manter a função cognitiva na sua melhor forma. (Usem-na para não a perderem!)

5) Ingerir uma boa quantidade de superalimentos e suplementos nutricionais
Esta categoria já integra imensa coisa, portanto vou destacar alguns dos principais superalimentos que, de acordo com estudos recentes, têm um papel a desempenhar na prevenção da doença de Alzheimer.

No ano passado, os investigadores descobriram que o aminoácido acetil-L-carnitina impede o emaranhamento das cadeias da proteína tau do cérebro. O stress e as excitotoxinas como o glutamato de sódio (MSG) podem causar emaranhados cerebrais que, segundo se crê, provocam o declínio cognitivo, mas o acetil-L-carnitina pára efectivamente o processo. O acetil-L-carnitina encontra-se naturalmente nas carnes de animais de pasto, nozes, feijões, leguminosas, legumes e frutos. Pode também ser adquirido como suplemento nutricional.

Foi igualmente demonstrado que a curcumina, um fitoquímico natural que se encontra no açafrão-da-índia, impede e até trata a doença de Alzheimer.

A doença de Alzheimer é evitável
Resumindo, não temos que ceder às opiniões fatalistas da indústria de cuidados de saúde dominante que acha que não há nenhuma forma de evitar a doença (a não ser com fármacos, como é evidente). Para chegar a esta conclusão, seria necessário praticamente enlouquecer e esquecer toda a evidência que confirma e mostra como os superalimentos e as alterações no estilo de vida podem não só impedir a doença de Alzheimer como, de facto, ajudam a invertê-la!

Começo a pensar que os investigadores que anunciaram que "a doença de Alzheimer não pode ser evitada" padeciam, eles próprios, da doença. Estão a ver, é este o problema com os investigadores da medicina dominante: tomam demasiados produtos farmacêuticos e acabam por destruir a função cerebral.

É por isso que todos eles parecem incrivelmente loucos aos olhos de quem, como nós, come dietas saudáveis e mantém uma função cerebral intacta e razoável.

E para todos aqueles que praticam a tomada de decisões baseadas numa forma saudável de comer e num estilo de vida saudável, a doença de Alzheimer é uma doença degenerativa que é facilmente evitada.

Veja os títulos divertidamente incompatíveis destas duas notícias:

CBS News: "No Proven Way to Prevent Alzheimer's" (Nenhuma forma comprovada de evitar a doença de Alzheimer)
http://www.cbsnews.com/stories/2010/04/28/eveningnews/main6441702.shtml

ABC News: "Mediterranean-Like Diet May Lower Dementia Risk, Researchers Find" (Dieta mediterrânica pode reduzir o risco de demência, concluem os investigadores)
http://abcnews.go.com/Health/Alzheimers/alzheimers-diet-foods-lower-dementia-risk/story?id=10359869

Notícia original: 7 Maio 2010, Mike Adams, o cowboy da saúde
Editor de NaturalNews.com   

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http://www.naturalnews.com/028741_Alzheimers_disease_prevention.html


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